Central de Crises Bloqueio Judicial de Contas
Bloqueio Judicial de Contas
Uma penhora online pode paralisar a operação em minutos. A resposta precisa ser imediata e técnica.
O que está acontecendo
O bloqueio judicial de contas bancárias — executado via SISBAJUD (antigo BACENJUD) — é uma das medidas mais impactantes que uma empresa pode sofrer. Em questão de horas, contas são zeradas, pagamentos são impedidos e a operação pode ser comprometida, independentemente do mérito da dívida original.
O problema é que muitas empresas reagem de forma errada: tentam movimentar recursos para outras contas, transferem valores sem orientação jurídica ou esperam a situação se resolver sozinha. Nenhuma dessas atitudes funciona — e algumas agravam significativamente a posição da empresa.
Riscos e prazos imediatos
- Paralisação imediata de pagamentos operacionais (fornecedores, folha, impostos)
- Extensão do bloqueio para contas de terceiros (grupos econômicos, sócios)
- Prazo para impugnar varia conforme o tipo de execução — pode ser de horas
- Bloqueio múltiplo: mesmo valor bloqueado em várias contas simultaneamente
O que não fazer nas primeiras horas
- Transferir valores bloqueados para outras contas — configura fraude à execução
- Aguardar sem tomar providência — cada dia sem ação aumenta a dívida com juros
- Contratar qualquer advogado — execução fiscal e civil têm defesas diferentes
- Ignorar a intimação ou prazo para embargos — perda do direito de defesa
- Tentar acordo diretamente com o credor sem análise do débito
Como a AGConsult atua
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Identificação imediata da origem e natureza do bloqueio (fiscal, trabalhista, civil)
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Impugnação de bloqueios múltiplos acima do valor do débito
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Pedido de substituição da penhora por bem menos oneroso (se aplicável)
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Análise do débito original — prescrição, excesso de execução, nulidades
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Negociação de desbloqueio parcial para manutenção das operações essenciais
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Embargos à execução ou exceção de pré-executividade, conforme o caso